sexta-feira, 25 de março de 2011
terça-feira, 12 de outubro de 2010
PALAVRA DE VIDA
«Amarás o teu próximo como a ti mesmo» [Mt 22,39].(1)
Jesus reforça esse mesmo princípio e acrescenta que o mandamento de amar o próximo é semelhante ao primeiro e maior mandamento, que diz para amar a Deus com todo o coração, a mente e a alma. Ao confirmar uma relação de semelhança entre os dois mandamentos, Jesus liga-os definitivamente. E toda a tradição cristã manteve esta ligação, como dirá de forma lapidar o apóstolo João: «Aquele que não ama o seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus a quem não vê» (5).
«Amarás o teu próximo como a ti mesmo».
E "próximo" – como afirma claramente todo o Evangelho – é cada ser humano, homem ou mulher, amigo ou inimigo, a quem se deve respeito, consideração, estima. O amor ao próximo é, ao mesmo tempo, universal e pessoal. Abraça toda a Humanidade e concretiza-se naquele-que-está-junto-de-nós.
Portanto: amar a todos e sermos os primeiros a amar.
E ainda, o amor verdadeiro vê Jesus em cada próximo: «Foi a mim que o fizeste» (7), dir-nos-á Jesus no Juízo Final. E isto é válido tanto para o bem que fizermos como para o mal, infelizmente.
O amor verdadeiro ama o amigo e também o inimigo. Faz-lhe o bem e reza por ele. Jesus quer também que o amor – que Ele trouxe à Terra – se torne recíproco: que nos amemos uns aos outros, até se chegar à unidade. Todas estas qualidades do amor fazem-nos compreender e viver melhor a Palavra de Vida deste mês.
«Amarás o teu próximo como a ti mesmo».
Sim, o amor verdadeiro ama o outro como a si mesmo. E isto deve ser tomado à letra. É preciso ver no outro, realmente, a nossa imagem, e fazer ao outro aquilo que faríamos a nós mesmos. O amor verdadeiro é aquele que sabe sofrer com quem sofre, alegrar-se com quem se alegra, carregar os pesos dos outros. Que – como diz S. Paulo – sabe fazer-se um com a pessoa amada. É um amor, não apenas de sentimentos, ou de palavras bonitas, mas de factos concretos.
Aqueles que têm uma crença religiosa diferente também procuram fazer assim, através da chamada "regra de ouro" – que se encontra em todas as religiões – e que aconselha a fazer aos outros o que gostaríamos que nos fizessem a nós. Gandhi explica-a de um modo muito simples e eficaz: «Não posso fazer-te mal sem me ferir a mim próprio» (8).
Este mês, então, deve ser uma ocasião para pôr de novo em relevo o amor ao próximo que, assim, adquire muitos rostos: o vizinho de casa, a colega da escola, o amigo ou o parente mais chegado. Mas tem também os rostos daquela Humanidade angustiada, que a televisão traz até às nossas casas, de lugares onde há guerra ou catástrofes naturais. Antigamente, eram-nos desconhecidos e distavam de nós milhares de quilómetros. Agora, até eles se tornaram nossos próximos.
O amor sugerir-nos-á, momento a momento, o que fazer, e dilatará pouco a pouco o nosso coração até à medida do coração de Jesus.
Chiara Lubich
Jesus reforça esse mesmo princípio e acrescenta que o mandamento de amar o próximo é semelhante ao primeiro e maior mandamento, que diz para amar a Deus com todo o coração, a mente e a alma. Ao confirmar uma relação de semelhança entre os dois mandamentos, Jesus liga-os definitivamente. E toda a tradição cristã manteve esta ligação, como dirá de forma lapidar o apóstolo João: «Aquele que não ama o seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus a quem não vê» (5).
«Amarás o teu próximo como a ti mesmo».
E "próximo" – como afirma claramente todo o Evangelho – é cada ser humano, homem ou mulher, amigo ou inimigo, a quem se deve respeito, consideração, estima. O amor ao próximo é, ao mesmo tempo, universal e pessoal. Abraça toda a Humanidade e concretiza-se naquele-que-está-junto-de-nós.
Portanto: amar a todos e sermos os primeiros a amar.
E ainda, o amor verdadeiro vê Jesus em cada próximo: «Foi a mim que o fizeste» (7), dir-nos-á Jesus no Juízo Final. E isto é válido tanto para o bem que fizermos como para o mal, infelizmente.
O amor verdadeiro ama o amigo e também o inimigo. Faz-lhe o bem e reza por ele. Jesus quer também que o amor – que Ele trouxe à Terra – se torne recíproco: que nos amemos uns aos outros, até se chegar à unidade. Todas estas qualidades do amor fazem-nos compreender e viver melhor a Palavra de Vida deste mês.
«Amarás o teu próximo como a ti mesmo».
Sim, o amor verdadeiro ama o outro como a si mesmo. E isto deve ser tomado à letra. É preciso ver no outro, realmente, a nossa imagem, e fazer ao outro aquilo que faríamos a nós mesmos. O amor verdadeiro é aquele que sabe sofrer com quem sofre, alegrar-se com quem se alegra, carregar os pesos dos outros. Que – como diz S. Paulo – sabe fazer-se um com a pessoa amada. É um amor, não apenas de sentimentos, ou de palavras bonitas, mas de factos concretos.
Aqueles que têm uma crença religiosa diferente também procuram fazer assim, através da chamada "regra de ouro" – que se encontra em todas as religiões – e que aconselha a fazer aos outros o que gostaríamos que nos fizessem a nós. Gandhi explica-a de um modo muito simples e eficaz: «Não posso fazer-te mal sem me ferir a mim próprio» (8).
Este mês, então, deve ser uma ocasião para pôr de novo em relevo o amor ao próximo que, assim, adquire muitos rostos: o vizinho de casa, a colega da escola, o amigo ou o parente mais chegado. Mas tem também os rostos daquela Humanidade angustiada, que a televisão traz até às nossas casas, de lugares onde há guerra ou catástrofes naturais. Antigamente, eram-nos desconhecidos e distavam de nós milhares de quilómetros. Agora, até eles se tornaram nossos próximos.
O amor sugerir-nos-á, momento a momento, o que fazer, e dilatará pouco a pouco o nosso coração até à medida do coração de Jesus.
Chiara Lubich
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Letramento Digital
A palavra “letramento”, embora não seja nova, tem aparecido com freqüência nas falas pedagógicas. Será um simples “modismo”?
O Dicionário Houaiss nos apresenta as seguintes definições de letramento: “1) ant. representação da linguagem falada por meio de sinais; escrita 2) PED m.q. ALFABETIZAÇÃO (processo) 3) (déc.1980) PED conjunto de práticas que denotam a capacidade de uso de diferentes tipos de material escrito”.
Observem que a terceira definição vem acrescentar um novo ponto de vista às anteriores: se as primeiras se referem à representação gráfica dos sinais da escrita, a última inclui a idéia de competência de uso da escrita.
Como vemos, letramento não vem substituir alfabetização. Por outro lado, a capacidade de decodificar as letras e suas combinações não garante que o indivíduo seja capaz de utilizar a leitura e a escrita nas suas situações sociais.
Vamos ver mais de perto a definição de Magda Soares: “(letramento é) o estado ou condição de quem exerce as práticas sociais de leitura e de escrita, de quem participa de eventos em que a escrita é parte integrante da interação entre pessoas”. Para atingir esse estado ou condição é necessário dominar o código escrito e, ao fazer uso dele, ser capaz de participar das situações sociais que exigem o uso da leitura e da escrita, a partir de suas necessidades pessoais ou da sociedade em que vive. Isto significa um amplo leque de situações do cotidiano das pessoas, que podem ser: escrever uma lista de compras; orientar-se na cidade com ajuda de um mapa; entender a posologia na bula do remédio; escrever um poema; ler o horóscopo ou o resumo da novela; buscar informações sobre a situação econômica; ler artigos científicos ou mandar uma carta para um amigo.
O conceito de letramento, ao ser incorporado à tecnologia digital, significa que, para além do domínio de “como” se utiliza essa tecnologia, é necessário se apropriar do “para quê” utilizar essa tecnologia.
Trocando em miúdos: fazer um curso sobre um software de edição de texto, de imagem, ou planilha eletrônica nos ensina a dominar os códigos dessa linguagem, ou seja, a nos “alfabetizar” nela. Mas apenas se incorporarmos essas habilidades ao nosso cotidiano é que passarão realmente a fazer sentido e já fazemos uso delas quando utilizamos o cartão do banco, por exemplo.
No espaço escolar, contribuir para o letramento digital significa apresentar oportunidades para que toda a comunidade possa utilizar as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação como instrumentos de leitura e escrita que estejam relacionadas às práticas educativas e com as práticas e contextos sociais desses grupos.
Nesse sentido, o Programa EducaRede, focando a utilização da Internet como espaço de aprendizagem significativa, desenvolve suas ações embasado no conceito de letramento digital, focando três grandes eixos complementares, ou grandes aprendizagens, que são: pesquisar na Internet, publicar na Internet e comunicar-se digitalmente. No Portal EducaRede, por exemplo, os conteúdos, ferramentas, propostas e ambientes tornam possível que os participantes exercitem características fundamentais no processo educativo: a curiosidade da Pesquisa, a autoria da Publicação e a troca da Comunicação.
Referência bibliográfica
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 1998. _____Novas práticas de leitura e e escrita: letramento na cibercultura. Educação & Sociedade ISSN 0101-7330 versão impressa Educ. Soc. v.23 n.81 Campinas dez. 2002
O Dicionário Houaiss nos apresenta as seguintes definições de letramento: “1) ant. representação da linguagem falada por meio de sinais; escrita 2) PED m.q. ALFABETIZAÇÃO (processo) 3) (déc.1980) PED conjunto de práticas que denotam a capacidade de uso de diferentes tipos de material escrito”.
Observem que a terceira definição vem acrescentar um novo ponto de vista às anteriores: se as primeiras se referem à representação gráfica dos sinais da escrita, a última inclui a idéia de competência de uso da escrita.
Como vemos, letramento não vem substituir alfabetização. Por outro lado, a capacidade de decodificar as letras e suas combinações não garante que o indivíduo seja capaz de utilizar a leitura e a escrita nas suas situações sociais.
Vamos ver mais de perto a definição de Magda Soares: “(letramento é) o estado ou condição de quem exerce as práticas sociais de leitura e de escrita, de quem participa de eventos em que a escrita é parte integrante da interação entre pessoas”. Para atingir esse estado ou condição é necessário dominar o código escrito e, ao fazer uso dele, ser capaz de participar das situações sociais que exigem o uso da leitura e da escrita, a partir de suas necessidades pessoais ou da sociedade em que vive. Isto significa um amplo leque de situações do cotidiano das pessoas, que podem ser: escrever uma lista de compras; orientar-se na cidade com ajuda de um mapa; entender a posologia na bula do remédio; escrever um poema; ler o horóscopo ou o resumo da novela; buscar informações sobre a situação econômica; ler artigos científicos ou mandar uma carta para um amigo.
O conceito de letramento, ao ser incorporado à tecnologia digital, significa que, para além do domínio de “como” se utiliza essa tecnologia, é necessário se apropriar do “para quê” utilizar essa tecnologia.
Trocando em miúdos: fazer um curso sobre um software de edição de texto, de imagem, ou planilha eletrônica nos ensina a dominar os códigos dessa linguagem, ou seja, a nos “alfabetizar” nela. Mas apenas se incorporarmos essas habilidades ao nosso cotidiano é que passarão realmente a fazer sentido e já fazemos uso delas quando utilizamos o cartão do banco, por exemplo.
No espaço escolar, contribuir para o letramento digital significa apresentar oportunidades para que toda a comunidade possa utilizar as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação como instrumentos de leitura e escrita que estejam relacionadas às práticas educativas e com as práticas e contextos sociais desses grupos.
Nesse sentido, o Programa EducaRede, focando a utilização da Internet como espaço de aprendizagem significativa, desenvolve suas ações embasado no conceito de letramento digital, focando três grandes eixos complementares, ou grandes aprendizagens, que são: pesquisar na Internet, publicar na Internet e comunicar-se digitalmente. No Portal EducaRede, por exemplo, os conteúdos, ferramentas, propostas e ambientes tornam possível que os participantes exercitem características fundamentais no processo educativo: a curiosidade da Pesquisa, a autoria da Publicação e a troca da Comunicação.
Referência bibliográfica
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 1998. _____Novas práticas de leitura e e escrita: letramento na cibercultura. Educação & Sociedade ISSN 0101-7330 versão impressa Educ. Soc. v.23 n.81 Campinas dez. 2002
terça-feira, 29 de setembro de 2009
PROJETO: O CIDADÃO SURDO NO MERCADO DE TRABALHO
Título do Projeto
O Cidadão Surdo no Mercado de Trabalho
Público alvo: Alunos do EJA - 2ª etapa (3ª e 4ª séries)
Descrição:
Com esta pesquisa queremos abordar questões a respeito da inserção de portadores de necessidades especiais no mercado de trabalho em especial dos estudantes surdos da Escola Astério de Campos, será feito um levantamento do quantitativo dos alunos que trabalham, as funções que exercem nas respectivas empresas e as problemáticas enfrentadas.
Certezas e dúvidas:
Certezas:
- Sabe-se que segundo a Lei de Cotas do Ministério do Trabalho, as empresas devem contratar pessoas com necessidades especiais.
Dúvidas;
- A Lei de Cotas está sendo cumprida pelas empresas de Belém e de sua área metropolitana?
Por quê?
O presente projeto se justifica devido a situações relatadas por pessoas surdas que estão e ou estiveram engajadas no mercado de trabalho, segundo eles um dos maiores entraves no desempenho de suas funções tem sido a comunicação, pois eles se expressão na Língua de Sinais e não encontram nas empresas pessoas que possam lhes orientar a respeito do trabalho a desenvolver, portanto não conseguem se manter por muito tempo, são demitidos na maioria dos casos.
A razão do projeto é incentivar o educando, por meio da pesquisa de campo, a busca do conhecimento de espaços culturais existentes na cidade de Belém que ainda são desconhecidos pelos mesmos.
Para quê?
Levantar, investigar e mostrar questões relacionadas às situações de trabalho das pessoas surdas na cidade de Belém do Pará;
Pesquisar sobre as oportunidades de trabalho para jovens e adultos, emprego e desemprego;
Identificar as principais ocupações profissionais da região, e a inclusão de deficientes no mercado de trabalho;
Orientar os alunos sobre seus direitos e deveres trabalhistas.
Como?
Organizar com alguns alunos da escola a equipe de produção que fará juntamente com os professores coordenadores do projeto as seguintes pesquisas:
1. Pesquisa acerca da nova lei sobre cotas de pessoas com necessidades especiais (deficientes) nas Empresas.
2. Pesquisa em empresas e instituições da região para saber se estão cumprindo a lei ou quais dificuldades enfrentam para cumpri-la.
3. Pesquisa em órgãos públicos (governo municipal ou estadual, secretarias do trabalho) para saber se há programas de apoio e inserção de pessoas com necessidades especiais no mercado de trabalho.
•Após fazer esse levantamento de dados, os professores coordenadores farão os registros em slides para apresentar aos alunos da escola em aulas coletivas, visando à troca de conhecimentos;
•Os alunos da equipe de produção farão as entrevistas com seus colegas surdos que trabalham para saber como é a atuação e o relacionamento com os colegas de trabalho, se sentem preconceitos da comunidade etc. Essas entrevistas serão gravadas em pequenos vídeos.
Quando?
Cronograma:
Mês de Outubro/2009 - Etapa de preparação, divulgação e inscrição no Educarede.
Mês de Novembro/2009 - Estudos/Pesquisas, levantamento de dados.
Mês de Dezembro/2009 - Entrevistas e registros em vídeos/Apresentações
O Cidadão Surdo no Mercado de Trabalho
Público alvo: Alunos do EJA - 2ª etapa (3ª e 4ª séries)
Descrição:
Com esta pesquisa queremos abordar questões a respeito da inserção de portadores de necessidades especiais no mercado de trabalho em especial dos estudantes surdos da Escola Astério de Campos, será feito um levantamento do quantitativo dos alunos que trabalham, as funções que exercem nas respectivas empresas e as problemáticas enfrentadas.
Certezas e dúvidas:
Certezas:
- Sabe-se que segundo a Lei de Cotas do Ministério do Trabalho, as empresas devem contratar pessoas com necessidades especiais.
Dúvidas;
- A Lei de Cotas está sendo cumprida pelas empresas de Belém e de sua área metropolitana?
Por quê?
O presente projeto se justifica devido a situações relatadas por pessoas surdas que estão e ou estiveram engajadas no mercado de trabalho, segundo eles um dos maiores entraves no desempenho de suas funções tem sido a comunicação, pois eles se expressão na Língua de Sinais e não encontram nas empresas pessoas que possam lhes orientar a respeito do trabalho a desenvolver, portanto não conseguem se manter por muito tempo, são demitidos na maioria dos casos.
A razão do projeto é incentivar o educando, por meio da pesquisa de campo, a busca do conhecimento de espaços culturais existentes na cidade de Belém que ainda são desconhecidos pelos mesmos.
Para quê?
Levantar, investigar e mostrar questões relacionadas às situações de trabalho das pessoas surdas na cidade de Belém do Pará;
Pesquisar sobre as oportunidades de trabalho para jovens e adultos, emprego e desemprego;
Identificar as principais ocupações profissionais da região, e a inclusão de deficientes no mercado de trabalho;
Orientar os alunos sobre seus direitos e deveres trabalhistas.
Como?
Organizar com alguns alunos da escola a equipe de produção que fará juntamente com os professores coordenadores do projeto as seguintes pesquisas:
1. Pesquisa acerca da nova lei sobre cotas de pessoas com necessidades especiais (deficientes) nas Empresas.
2. Pesquisa em empresas e instituições da região para saber se estão cumprindo a lei ou quais dificuldades enfrentam para cumpri-la.
3. Pesquisa em órgãos públicos (governo municipal ou estadual, secretarias do trabalho) para saber se há programas de apoio e inserção de pessoas com necessidades especiais no mercado de trabalho.
•Após fazer esse levantamento de dados, os professores coordenadores farão os registros em slides para apresentar aos alunos da escola em aulas coletivas, visando à troca de conhecimentos;
•Os alunos da equipe de produção farão as entrevistas com seus colegas surdos que trabalham para saber como é a atuação e o relacionamento com os colegas de trabalho, se sentem preconceitos da comunidade etc. Essas entrevistas serão gravadas em pequenos vídeos.
Quando?
Cronograma:
Mês de Outubro/2009 - Etapa de preparação, divulgação e inscrição no Educarede.
Mês de Novembro/2009 - Estudos/Pesquisas, levantamento de dados.
Mês de Dezembro/2009 - Entrevistas e registros em vídeos/Apresentações
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
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